A história do título enorme e sem sentido, que só faz tirar atenção dos leitores do propósito real do autor, qual seja, o post.   Leave a comment

A questão não é o que havia. É o que não havia, e ainda não há. Não havia brigas, nem motivo para tal; não havia a necessidade de agradá-la, nem de fazê-la feliz, porque ela já o era. Não havia porque de discutir se não havia dissensões.

Desentendimentos eles não tiveram, não se desentenderam porque se conheciam, se conheciam porque se amavam. Se amavam porque queriam, tinham decidido, cada um em seu íntimo, anos atrás. Eram anos que já estavam ficando para a história, história deles, um passado distante, mas tão real, que quando contavam a história parecia ter acontecido semana passada.

Eram tão únicos que pareciam ter sido moldados para se encaixarem – não havia quem se levantasse pra dizer algo contra o relacionamento, ou quem tentasse por muito tempo separá-los; eles se rendiam, um a um, à fragrância disso que chamavam de paixão. Andavam de mãos dadas como se tivessem começando um namoro, saíam com amigos como se estivessem quase casando e se abraçavam como só um casal de idosos sabe fazer.
Eram um casal diferente. Diferente não como se relacionavam com os amigos, nem como se relacionavam com os sogros. Nem mesmo como se relacionavam entre si. Todos nós já tivemos momentos assim.

Mas eles souberam manter isso durante toda a vida. Como? Foi Ele quem contou o segredo.

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Publicado 01/12/2011 por Abigobaldo em dorgas

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