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Publicado 03/10/2012 por Abigobaldo em Uncategorized

Não quero um pastor bacana   Leave a comment

Sabe quando você leva um tapa na cara amigável? Alguém vem e destrói alguns conceitos que você tinha, e algumas coisas que você acreditava? Mas faz aquilo com um tom… paternal?

É mais ou menos esse o tom de Não quero um pastor bacana – e outras razões para não aderir á igreja emergente. Escrito à quatro mãos por Kevind DeYoung e Ted Kluck, um pastor de uma igreja tradicional, formado em teologia e um comentarista esportivo; o livro traça algumas características do movimento emergente, ressaltando qualidades e defeitos e os principais temores acerca do futuro.  Leia o resto deste post »

Publicado 03/05/2012 por Abigobaldo em Uncategorized

MicroConto da Bíblia (I) – Pau que nasce torto   Leave a comment

Essa história é de uma das viagens que a gente fez, com nosso grupo de evangelismo. A gente tava lá de boa, sentado, depois de bater um rango do pessoal da cidade, né, aí chegou o filho do pastor. O FDP chegou começou a trocar umas ideias com a gente, com aquele jeitão dele, todo tradicional – afinal, só a camisa do social do cara já condenava. O mais arrumado de nós devia ser Pedro, que tava vestindo uma bermuda que tinha ganhado no aniversário dele, uns três meses pra trás (o cara não desgrudava daquela bermuda pra nada).

Rolando aquele papo bem gospel, né até que falaram pro FDP lá que pau que nasce torto não só se endireita, como ainda fica muito mais bem feito. O playboy ficou com aquele carão né, ‘Como assim, pau que nasce torto se endireita? E todos os anos ouvindo É o Tchan? Fumou pedra, foi?’ Até que o cara que ele estava conversando falou que o pau que nasce torto não só se endireita como se não endireitar, não vira árvore no Cerrado.

‘Tá maluco, negão? E pau já cortado, já lixado e encerado pode voltar a ser árvore?’

É, rapaz. Aquele dia Jesus deixou Nicodemos com a cara no chão.

(João 3:01-03 revisited)

Publicado 01/09/2012 por Abigobaldo em Uncategorized

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Por que dizemos que a democracia não funciona?   Leave a comment

O processo democrático já foi corrompido de tal maneira que se tornou esdrúxulo. Ninguém mais acredita na democracia, e não é por falta de motivos. A impressão geral que se tem, é que não muda nada.

Mas quer ver um exemplo  de que a democracia perdeu completamente a sua essência? Pega o Diretório Acadêmico de Direito, aqui na UFU. Pra começar, são 900 alunos na faculdade. A gestão atual não alcançou nem 5% dos estudantes, mas mesmo assim, ganhou – naturalmente, mais de 95% dos estudantes não votaram, e ela era a única chapa concorrendo na eleição. Leia o resto deste post »

Publicado 09/15/2011 por Abigobaldo em Uncategorized

Felicidade é uma palavra dos Yuppies.   1 comment

“Happy is a yuppie word”, dizia uma música do Switchfoot.

Para quem não sabe, Yuppies são, ou eram, na década de 80 e 90 os novos profissionais de mercado, na faixa dos 20, 30 anos, cujas características principais eram a vaidade e o materialismo, gastando dinheiro com bens frívolos e desnecessários – e são os atuais pais da geração atual, que está se formando e invadindo o mercado de trabalho. Qual foi a influência dos Yuppies na formação dessa nova galera?

Reclama-se a muito da apatia, do conformismo, individualismo, consumismo, e vários outros valores que muitas vezes nós nos posicionamos contra (seríamos nós minoria, maioria? Quem sabe?), como emergentes, ou contracultura.

A cultura yuppie prega a felicidade instantânea – é a cultura do aqui, agora, enquanto dure. Apoiados num verso solto de Vinícius de Morais “Que seja eterno enquanto dure”, e num lema latim “Carpe diem”, totalmente descontextualizados, não há preocupações com o futuro, com consequências ou com o que quer que seja.

Alguma semelhança com os problemas da juventude de hoje?

Mas quer algo mais curioso ainda? Uma outra tradução da palavra yuppie, por increça que parível, é traiçoeiro. Segundo a letra da música, feliz é uma palavra traiçoeira. Assim como o conceito yuppie de felicidade é traiçoeiro.

Publicado 08/18/2011 por Abigobaldo em Uncategorized

A formatação ungida – e não é pra instalar Windows.   Leave a comment

O assunto dos cursos deu até um bafafá – sem falar no do namoro, que já entraram nos TOP 5 posts mais visitados desse blog. Muitas conversas surgiram no MSN/Twitter/Facebook sobre o tema, e quando a gente vê, tá dando razão pro Ariovaldo Jr – não há problemas novos. As crises são as mesmas em igrejas tradicionais, pentecostais e neopentecostais, quer seja do Nordeste quer seja do Sul.

Muita gente, que fez cursos e treinamentos pra liderança, na verdade, não concorda e não entende com muitas práticas e tradições de suas igrejas – e simplesmente não questionam ou tentam mudar isso por alguns motivos simples: não sabem o que propor; não tem fundamento bíblico pra discutir (reconhecem isso); e, por fim, tem medo das consequências que esse questionamento possa ter.

Leia o resto deste post »

Publicado 07/21/2011 por Abigobaldo em Uncategorized

A Lei uberlandense que regula os cultos   2 comments

Você encontra essa lei no link: http://bit.ly/fpiCWs

A proibição de cultos após as 22 horas em Uberlândia foi a coisa mais bisonha que estourou no Twitter nos últimos dias.

Inflamados por uma reportagem no mínimo tendenciosa, (palavras do @_felipens_, isso pra mim tem outro nome), vários twitters começaram a falar sobre uma ‘Perseguição Religiosa’, além de vários xingamentos, e frases prontas sobre a mistura entre política e igrejas.

Independente de funcionar política e religião, não é bem essa a crise do momento. O problema é ver, várias vezes, o mesmo povo incorrer no mesmo erro.

Todo mundo sabe, e muito cristão sabe como um texto, fora do contexto, dá problema, e que muitas vezes o texto é usado de maneira contrária àquela que foi originalmente escrita (Malaquias que o diga).

Era de se esperar que aqueles que protestam contra a descontextualizar a Bíblia se precavessem contra qualquer tipo de descontextualização – mas não foi o que aconteceu.

O que está escrito, afinal?

“ Art. 132.  As igrejas, templos e casas de culto não poderão, com suas cerimônias, cânticos e palmas, funcionar após às 22:00 horas, com exceção dos dias 24 e 31 de dezembro.”

MEU DEUS! Acabaram com os cultos! E agora?

Cadê liberdade religiosa?

Primeiro: Quem foi que disse que só os cristãos foram proibidos? Para quem não sabe, culto não é uma palavra específica para cristãos protestantes. Culto, segundo o Michaellis, é: “ 3  Cerimônias religiosas. 4 Veneração. C. externo:cerimônias e festividades religiosas”

Logo, é válido para qualquer cerimônia religiosa, seja na igreja neopentecostal mais perto da sua casa, seja no terreiro três quarteirões pra cima. Qualquer religião está sujeita a isso, independente do Deus, ou seja-lá-o-que que siga.

Continuando.

É um atentado à liberdade religiosa?

NÃO. Um atentado à liberdade religiosa teria que criar regras específicas para determinada religião, como esta lei atinge todas religiões, não atenta contra a liberdade religiosa.

É um atentado à liberdade de culto?

NÃO. A Lei apenas dá a forma que podem e não podem ser praticados os cultos, por questões de direitos específicos de cada local.

Por exemplo. Ano passado, enquanto estava na Igreja Cristã Sal da Terra, no Vigilato Pereira, por cinco fim de semanas seguidos, vizinhos acionaram a Polícia Militar, se queixando do som alto – ao domingo, 19 horas. Foi realizada medição por três vezes, e em Boletim de Ocorrência, a liderança da igreja se comprometeu a baixar o volume – a música podia ser ouvida há dois quarteirões de distância, num bairro residencial.

Mas – não é bem assim.

O primeiro trecho da lei está ali em cima, e ela continua:

“Parágrafo único.  Os locais referidos no caput deste artigo poderão funcionar após as 22:00 horas desde que solicitada licença à Secretaria Municipal de Serviços Urbanos.”

Êpa! Então, se eu for na prefeitura, preencher um formulário e pagar uma taxa… Vou poder realizar cultos após as 22 horas? SIM!
Mas isso não é uma limitação? Não! Porque, pra abrir uma igreja, pra começar já há toda uma papelada pra ser submetida e avaliada – essa é apenas mais uma.  A sua igreja, templo, casa de culto, vai precisar apenas de se adequar para ter cultos após as 22 horas? Injusto? Não para o vizinho da frente, que não quer ouvir Asaph Borba às 23 horas.

Tá… Mas porque não proibir barulho após às 22 horas?

Deus sabe. Escolha dos vereadores. Poderia ser feito isso? Sim. Não se fez porque não quiseram. Lutar pela Lei do Silêncio após as 22 horas é um direito, sim, e acredito que todos estaríamos certos em fazê-lo.

Agora, vem o pior.

A famigerada lei, em seu artigo 35, diz:

“Art. 35.  São expressamente proibidos, independentemente de medição de nível sonoro, os seguintes ruídos:

[…]

II – produzidos em estabelecimentos comerciais, industriais, prestadores de serviço e  demais não especificados, por instrumentos musicais ou aparelhos sonoros e similares, ou ainda, de viva voz, de modo a incomodar a vizinhança, provocando o desassossego, intranqüilidade ou desconforto.”

Ou seja – HÁ lei do silêncio, e HÁ proibição para estabelecimentos comerciais (Botecos, casas de shows, lojas, etc) INDEPENDENTE do nível sonoro.

Logo, não há do que se dizer em ferir liberdade de culto, e injustiça com as igrejas. O comércio está proibido de atrapalhar o sossego público a qualquer hora – às igrejas isso só é proibido após às 22.

Ao lutar contra essa proibição, na verdade, você está lutando contra a Lei do Silêncio apenas para as igrejas, o que seria, por acaso justo? Eu acho que não. Realizar um cadastro não fere sua liberdade de fazer cultos – até que alguém te NEGUE o cadastro. Aí sim, é injustiça e tem que ver o que tá pegando por aí.

Essa autorização nada mais é que um alvará para fazer barulho após as 22. O que já é pedido para casas noturnas.

Agora, cá entre nós. Não dá pra fazer seu culto sem encher o saco de todo mundo à sua volta?

Publicado 04/26/2011 por Abigobaldo em Uncategorized