Arquivo para a Tag ‘Justiça

Do Amor que não supera todo o Medo   Leave a comment

Se você aceita uma boca de fumo na porta da sua casa por medo e não faz nada, você é tão responsável pelas mortes como os traficantes.

Essa frase tem alguns viés importantes. Você é a favor do tráfico? (Não!) Luta contra ele? (Não!) Então você é a favor do tráfico – por omissão. Quer ver como?

Conivência: Espécie de cumplicidade, que consiste na abstenção propositada ou dissimulada de prevenir, obstar ou denunciar o ato delituoso, de cuja premeditação se teve conhecimento prévio. (Michaelis). Leia o resto deste post »

Publicado 03/06/2012 por Abigobaldo em Opinião

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O FBI, o Anonymous e os acontecimentos dessa semana   Leave a comment

HATES GONNA HATE, BUT: No texto eu NÃO discordo das atitudes no Anonymous; NÃO falo sobre SOPA ou PIPA; eu sou contra a ESTRUTURA do movimento, NÃO ele em si.

Ok? Podem ler então.

Eu não sou muito fã do Anonymous. Nem do grupo, nem de quem se intitula um – acho que a ideia de se inspirar numa máscara de um filme e fundar um grupo que luta por ‘Justiça’ muito infantil. Toda criança já se vestiu de homem-aranha, de super-homem ou qualquer outro herói e fingiu salvar o mundo em pelo menos uma brincadeira.

Ele tenta escalar paredes, se frustra quando não consegue. Mas quando tira a fantasia, volta a ser apenas humano.

Mas aí que está a diferença: a criança não se sente superior por causa disso. A falsa aura mística em torno do Anonymous, de pessoas que são superiores e sabem por si só o que é justiça e darão o que o povo (pessoas inferiores) precisam é um tanto quanto… fantasiosa.

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Mâat   Leave a comment

Existe uma palavra egípcia, que remonta aos tempos faraônicos, Mâat, e essa palavra exerce um certo fascínio sobre mim. Não só por sua origem estar no que, provavelmente, é uma das épocas mais brilhantes da história da humanidade (naturalmente, para que não era um escravo), mas pelo seu conteúdo. Mâat, essa pequena palavra, tem um significado forte e importante na manutenção de todo o sistema egípcio antigo: faraó, o rei, deve se inspirar em Mâat, por entender que ele trará benefício.  Mâat, então é a verdadeira justiça, aquela que está além do que nós vemos, um conceito bem jusnaturalista.

O rei deve se inspirar na sua visão da verdadeira justiça para governar seu povo. Engraçado como, anos depois, viria um judeu inverter essa lógica. Porque, se no Egito, o rei aplicava a sua visão pessoal da Justiça e perfeição, o Evangelho de Cristo nada mais é que a visão da perfeição e da plenitude sobre o homem.

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Publicado 07/27/2011 por Abigobaldo em Igreja

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